Seja bem vindo! Eu feliz. Eu muito feliz. Meus olhos e meu coração se enchem de alegria por você ter entrado no meu cantinho. Tenha certo que eu sempre estarei pronto para responder qualquer pergunta sua. Faço isso porque essa é a minha função aqui. Eu quero esclarecer todas as suas inqueitações, eu quero te dar conforto, eu quero te dar alegria, eu quero encurtar seu caminho. Mas claro tudo isso na medida exata, sem cometer excesso, tanto para mais quanto para menos.


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sábado, outubro 21, 2006

Casa Nova. Casa Nossa.

Ah feliz! Eu muito feliz! Família abre porta em casa própria, em casa nossa. Abre cheia e repleta de amigos, muito bom logo no começo encontrar com todos eles: Rafael Abib, Dinart, Ana, Priscila, Paula, Déia, Janaina, Aquele que Urina com namorada nova, cada vez que vem é uma diferente, mas ela simpática não se importou com meu comentário e riu. Entre os amigos, uma em especial, meu amiga Cassimila, ela visita a família desde a primeira casa e nossa empatia foi primeira vista. Ela me perguntou: “Pode abraçar?” nós não devemos tocar nas pessoas do Mundo, a não ser que elas permitam, como ela permitiu, trocamos um abraço formidável.


Cantinho: Saio da cozinha e vou para sala de estar. Todos sentadinhos em sofás macios e confortáveis. Meu mesinha de chá agora tem rodinhas que depois de servidos vão ate as pessoas. Tinha 8 pessoas. Eu muito emocionado, ficava preocupado se todos estavam entendendo, tanto que acabei cometendo uma desordem, eu disse assim: “Para todo quadro pintado não tem que ter a abelha que pinta quadro?”. Através do lapso que começam as imperfeições, amiga Déia e amiga Paula não conseguiram parar de rir. Tudo isso para falar da Estrela, que uma mãe disse que poderíamos chamar de arquiteto, gostei de arquiteto. Essa mãe estava com seu filha, sentadinha na minha direita, já tinha vindo muitas outras vezes, mas parecia não concordar com coisas que eu falava. Tinham duas moças, uma de risada farta e uma outra que combinava vermelho com preto.

Visita: A moço que combinava vermelho com preto me acompanhou e na volta a nossa surpresa foi um moço já descalço, sentado na minha cadeira no canto da sala, enquanto sala toda ria muito. Perguntei se ele estava bem, ele respondeu que estava encantado e quando ofereci chá ele disse que ia provar aquela “parada”. Esse era um forte candidato apreciador de chá de fita cassete.

Ofertório: “Você é mais meio termo”. Foi assim que uma moça falante me chamou e eu respondo que adorei, o maior elogio que alguém poderia me fazer, meio termo. Representa que estou em equilibro, consegui ser nem tanto lá, nem tanto cá, estou na medida. A mesma moça, cansada da opressão e amargura do que Lava propôs o Primeiro Abraço Coletivo da casa, todos levantaram e assim fizeram. No caso do que Lava precisaria de muitos outros.

Revelação: Brilho fácil voltou Encanta menina revelada, não me importei, segurei pom pom vermelho e chacoalhei como ela pediu. Levantei mãos para vibração positivas e participei de mais um abraço coletivo no que Lava. Não fico bravo porque esta só começando, não fico bravo porque temos um casa nossa.