Lavando a Alma.
Especial, hoje dia especial e isso é indiscutível. Mundo Amigo, Mundo Repetido, Mundo Casal. Mundo Taubetiano, Mundo Carioca bis, Mundo Americanense, Mundo Italiano, Mundo das Famílias.
Cantinho: Eram uns calados queridos. Começo pela meu amiga Paula que voltou, direto do Rio, dessa vez tava mais soltinha, e trouxe junto um amigo muito bonitinho, simpático que pouco falou, mas o primeira vez acredito ser difícil comentar. Depois tinha um moça de sorriso lindo que veio junto com Casal, que separo, moço foi para outro canto e ela ali ficou. Não quis chá e só quis comer bolacha para não fazer desfeita, mas era um moça muito meiga. Depois tinham duas pessoas muito querida, de olhinho vibrantes e ternura transbordante, tenho para mim que se tratava de Mãe e Filha. Cada história, cada música, cada águia sofrida, ela pareciam sentir junto comigo. Amadas e queridas, elas são. Depois tinha um moço de dentes branquinhos, quase ficou sem chá, e era só sorriso, esse também foi um moço querido. Do seu lado um moça, aquela que eu perguntei se estava com frio no pé, ela fazia olhar de intrigante, como se buscasse respostas para tudo aquilo, sempre pergunta: “Mas qual é a relação dessa história com a Verdade?”, gostei dela. Por fim um moça, que nada tenho a dizer, porque a cara que ela fazia, capaz que saiu também nada tivesse o que dizer de mim.
Visita do Irmão: Fui no canto da que Encanta. Tava a Família que vem sempre, o senhor do voz grossa, tinha um moço novo de cara fechada mas em compensação tinha um moço de agasalho azul que parecia gostar do que eu falava. Ah, tinha dois moças bonitas, um morena e um loira, essa pareciam que sempre esconder algo apesar de buscar sempre entender o que falava. Tentei, mas acho que não foi a melhor das vezes que fui recebido num cantinho.
Ofertório e Arrumação da Mãe: Não bom. O que Lava já queria me atacar rapidamente sem antes ofertar. O que Estuda inventou agora de contar histórias, ou seja, mais uma coisa que esta me copiando. Depois o Mundo, o senhor de voz grave, pediu para pintar Mãe, eita falta de respeito.
Revelação: Eu deveria ficar, porque de fato doeu. Mas foi o Irmão que Lava revelado e seu alegria foi tanta, mas tanta, que ate achei que talvez tivesse sido merecido, não concordo em nada do que ela acredita, mas me deixei levar pela seu figura. Foi Mala Amarelo cuspidora de água, berros, flor na boca do Capacho que Estuda, Mundo rindo, Mundo mandando eu tirar roupa, cusparada na cara, açoite no braço (esse doeu), batidas na que Encanta (esse também doeu), choro, muito choro, eu também choro, Mundo de voz grossa revoltado, Mundo é considerado bêbado, Mundo escolheu agora agüenta. Final forte, falta me palavra e me sobra lagrimas, mas foi bom, foi bom para Lavar Alma.
Cantinho: Eram uns calados queridos. Começo pela meu amiga Paula que voltou, direto do Rio, dessa vez tava mais soltinha, e trouxe junto um amigo muito bonitinho, simpático que pouco falou, mas o primeira vez acredito ser difícil comentar. Depois tinha um moça de sorriso lindo que veio junto com Casal, que separo, moço foi para outro canto e ela ali ficou. Não quis chá e só quis comer bolacha para não fazer desfeita, mas era um moça muito meiga. Depois tinham duas pessoas muito querida, de olhinho vibrantes e ternura transbordante, tenho para mim que se tratava de Mãe e Filha. Cada história, cada música, cada águia sofrida, ela pareciam sentir junto comigo. Amadas e queridas, elas são. Depois tinha um moço de dentes branquinhos, quase ficou sem chá, e era só sorriso, esse também foi um moço querido. Do seu lado um moça, aquela que eu perguntei se estava com frio no pé, ela fazia olhar de intrigante, como se buscasse respostas para tudo aquilo, sempre pergunta: “Mas qual é a relação dessa história com a Verdade?”, gostei dela. Por fim um moça, que nada tenho a dizer, porque a cara que ela fazia, capaz que saiu também nada tivesse o que dizer de mim.
Visita do Irmão: Fui no canto da que Encanta. Tava a Família que vem sempre, o senhor do voz grossa, tinha um moço novo de cara fechada mas em compensação tinha um moço de agasalho azul que parecia gostar do que eu falava. Ah, tinha dois moças bonitas, um morena e um loira, essa pareciam que sempre esconder algo apesar de buscar sempre entender o que falava. Tentei, mas acho que não foi a melhor das vezes que fui recebido num cantinho.
Ofertório e Arrumação da Mãe: Não bom. O que Lava já queria me atacar rapidamente sem antes ofertar. O que Estuda inventou agora de contar histórias, ou seja, mais uma coisa que esta me copiando. Depois o Mundo, o senhor de voz grave, pediu para pintar Mãe, eita falta de respeito.
Revelação: Eu deveria ficar, porque de fato doeu. Mas foi o Irmão que Lava revelado e seu alegria foi tanta, mas tanta, que ate achei que talvez tivesse sido merecido, não concordo em nada do que ela acredita, mas me deixei levar pela seu figura. Foi Mala Amarelo cuspidora de água, berros, flor na boca do Capacho que Estuda, Mundo rindo, Mundo mandando eu tirar roupa, cusparada na cara, açoite no braço (esse doeu), batidas na que Encanta (esse também doeu), choro, muito choro, eu também choro, Mundo de voz grossa revoltado, Mundo é considerado bêbado, Mundo escolheu agora agüenta. Final forte, falta me palavra e me sobra lagrimas, mas foi bom, foi bom para Lavar Alma.

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