Seja bem vindo! Eu feliz. Eu muito feliz. Meus olhos e meu coração se enchem de alegria por você ter entrado no meu cantinho. Tenha certo que eu sempre estarei pronto para responder qualquer pergunta sua. Faço isso porque essa é a minha função aqui. Eu quero esclarecer todas as suas inqueitações, eu quero te dar conforto, eu quero te dar alegria, eu quero encurtar seu caminho. Mas claro tudo isso na medida exata, sem cometer excesso, tanto para mais quanto para menos.


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domingo, julho 31, 2005

Mundo estranho, mas Ordem imperando.

Hoje porta abre, mas mundo parecia estranho. Todos pareciam ser simpáticos, tinha gente repetida, tinha gente nova, tinha gente que visitou casa de Curitiba, ou foi de Blumenau? Não lembro, só sei que era um casal muito querido.
Cantinho: Tava cheio ele. Preciso começar falando da Família, veio Família toda junta, Família da amiga Isabela, ela por sinal ate um verdade leu para mim. Veio seu tio e sua tia, tia não falava nada, a tia fazia cara de que estava achando tudo muito estranho. Depois sua pequena prima, uma graça ela, em respeito a ela que não fiz o gesto da cadela cruzando, respeito os mais novos. O primo, esse entrou mudo e saiu calado. Veio também um moço sério amigo daquele que veio de capacete. Um moça bem arrumadinha, sorridente, não falou nada e também percebi que chá quis tomar, deixou tudo no xícara, mas parecia ser simpática. Depois um senhora linda, junto de uma outra senhora que vem sempre, quando no começo disse que meus olhos e meu coração se enchiam de alegria, o dela enchia de lágrima. Por fim, Aquele que Dirige veio ver, fazia tempo que ele não via.
Visita do Irmão: fui no Canto Daquela que Encanta. Nossa, antes se não tivesse ido, canto estranho, pessoas caladas, mudas, só faltaram dizer onde é a porta de saída da casa que queremos sair. Bom ninguém é obrigado vir e muito menos a ficar.
Arrumação da Mãe: Irmão que estuda, não me deixando falar, ficando claro o medo das minhas palavras. Irmão que Lava não sabia o que fazer o que dirá falar. Mas foi bom nesse momento, encontrar pessoas que já tinham vindo antes, era moças simpáticas, ficaram no canto Daquele que Estuda. Só tinha uma nova, uma bonita de olhos verdes. Eu bem percebi que falavam de mim, quando íamos para a Revelação.
Revelação: O que disse? Paciente sempre alcança, e eu alcancei. Eu Filho, eu feliz. Foi tudo pouco bagunça, bate forte demais naquele que Estuda, mas também porque eles estão ficando rebeldes demais, não fazem o que é pedido. Prova disso é Aquele que Lava, já entrou causando, não entendia o que era para fazer. Mas vai ter que aprender. Ah? Acho que ouvi alguém falar? Sim, foi Aquele Triretorna. Aquele que casa vez se solta. Aquele que eu chamava de amigo.Ian seu nome. Dizendo tadinha da Mãe. Falar isso de mim, bem eu que mais cuido dela. Ian e Mundo, aprendam a arcar com suas escolhas. Tenho dito.

sábado, julho 30, 2005

Opa, Mundo se enganou

Dia bom, porque Casa estava cheia. Casa cheia é sinônimo de alegria, porque assim tem mais gente para falar.
Cantinho: pessoa quietinhas, precisei perguntar se estavam acompanhando, mas apesar do silêncio acredito que estavam presentes. Veio o amigo Ely, fazia cara estranha para mim, mas o pior foi, depois de eu ter contado a história mais linda da casa ele vira e fala porque eu não conto a história da abelha. Amigo Ely, faltou um pouco de compreensão, mas não problema, fica explicado porque você precisa voltar sempre. Ao seu lado tinha um Mãe, não meu Mãe, a Mãe de um moça que vem sempre, simpática Mãe, falante, presente, gostei dela. Um casal, tinha um único casal, tímido eles não me contaram que eram, fiquei feliz quando soube que era casal. Depois tinha um grupo de amigos, um moça de pele branquinha e óculos, que já tinha vindo, muito bonitinha, mas pouco falou. Ao contrário de sua amiga, sorridente, ate um verdade leu. Tinha um moça que não quis botar batinha e finalmente Aquele que diz Opa, um moço simpático que toda pergunta que eu fazia respondia Opa! Quer chá? Opa. Tá entendo? Opa! Por fim duas amigas, uma mais tímida e uma outra de sorriso farto e olhos presentes.
Visita do irmão: fui no canto daquele que estuda. Tadinha das pessoas, todas confusas, eram pessoas mais experientes, casais, senhores, senhoras, que por serem mais vividos entendiam aonde morava a Verdade. Expliquei e todos entenderam mais fácil. Na hora de ir embora um senhora disse: “Fica mais” e um outra senhora disse: “Suas batinhas acabaram muito rápido”. Se eu pudesse ficaria mais.
Arrumação da Mãe: Não consegui falar, o mundo da que encanta foi testemunha, ela não me deixou falar e ninguém mais deixou. Olha que tentei. Isso sem contar barulho da outra sala que não deixava nem ouvir. Para aqueles que não me ouviram, eu sei que tenho muito para falar. Voltem.
Revelação: Mundo quer ver sacanagem, só pode ser isso. Escolhendo Aquela que Balangua, desculpe Aquela que Encanta, só isso que eles irão ver. Mas Ordem já deu prova de que esta voltando, e eu espero paciente.

sexta-feira, julho 29, 2005

Fim do Jejum.

Eu sabia, finalmente, Ordem pode tardar mas não falha. Sabia que o dias de toda aquela escuridão, brilhos falsos estava contados. Finalmente a cegueira saiu dos olhos do mundo.
Mundo esse muito simpático. Prova disso foi o meu cantinho.
Cantinho: pessoas falantes, todas de uma certa forma participativa. Faziam perguntas, questionavam, duvidavam. Tinha um moço na minha direita, que quando falei do Criador concordou, quando falei de justiça, concordou, gostei dele, seus olhos passavam sabedoria. Tinha um moça que veio de branco, Mãe mostrou, junto dela estava um amiga, as duas não quiseram tomar chá, acho que nem tão pouco bolacha, percebi que estavam desconfiadas, só não sei porque. Sentada ao lado, um moça muito bem arrumada, cabelos negros compridos que fazia um misto de cara assustada com não entendi nada. Depois vinha a moça que apelidei Aquela que Causa, primeiro que ela só entrou porque disse que tinha bolacha, depois tudo queria ser do contra, não permitiu que Mãe entrasse, disse que as bolachas estavam postas erradas, pediu para repetir verdades. Apesar de vir para fazer conflito, parecia ser no fundo boa pessoa. Ao seu lado um moço questionador, discordava de quase tudo que eu falava, mas foi bom isso, ninguém é obrigado a concordar comigo, mas gosto de expor naquilo que acredito, o que importa é que ele foi presente o tempo todo. Depois um moço que pouco falou, mas percebi o respeito dele ao tirar o chapéu quando sentou. Um moço quietinho, de cabelos compridos e óculos, só fazia sinal com cabeça concordando. Ate que por fim alguém preciso deixar com destaque, foi Ian e seu amigo, primeiro falo de seu amigo, muito divertido, fez a piada do cruzamento do macaco com galinha nasceria um galinha na banana. Tadinho ninguém riu, eu ri, tinha sua graça. Depois perguntou se o chá era de fita cassete e por fim só me chamava de “cara”, eu não entendia muito bem, mais achei ele divertido. Por fim falo de Ian, sei nome dele porque conheci antes de ele entrar na casa, se demonstrou muito interessado, no meu cantinho foi tímido, as vezes falava, as vezes fitava o olho. Não sei se ele volta ou se ele gostou, mas coloco ele no quadro dos amigos da Família, chamo ele de amigo Ian.
Visita do irmão: foi no canto daquela que encanta, pessoas desconfortáveis sentadas tortas. Tinha um moça de olhos claros que parecia querer ouvir e uma outra moça que discordou de tudo que eu falava, e um moço com cara fechada.
Arrumação da Mãe: Irmão que estuda desarticulado. Irmã que Encanta faz de tudo para mostrar perna. Irmão que Lava preconceituoso perdido.
Revelação: Fim de jejum, eu Filho, chegou meu hora, meu hora de botar galinhas para ciscar, de berrar para todos do mundo ao céu aberto, aonde morava verdade.

sexta-feira, julho 22, 2005

Porta abre e Chuva cai.

Casa nova, porta abre. Casa que ficaremos o maior tempo que Familia já ficou em um casa. Casa bonita, casa antiga, muitos cuidados com casa. Casa ruidosa, tudo se ouve, sons de todos os cantos. Meu canto cozinha, cozinha grande, mas mundo fica mal posicionado.
Mundo demorou, o ultimo não chegava, com isso trabalho lá fora foi longo.
No meu cantinho: pessoas tímidas, por horas achei que seriam pouco participativas, mas não foram. Tinha dois casal, adoro casal. Um dos casal, não parava de falar durante, o moço fazia comentários pontuais mas percebi que duvidou de mim quando a verdade estava errada no livro. Depois tinha um moça simpática, de olhinhos presentes, ela veio de casal, mas o moço foi no da que encanta, coitada dela. Tinha um moça sozinha, que eu via que queria falar, mas estava quietinha, acho que essa volta. Por fim, uma senhora, que encostou cabeça na geladeira e lá ficou, mas eu via quando ela ria timidamente.
Visita do irmão: no canto daquele que estuda, as pessoas concordaram comigo, riam, acho que elas passaram a entender melhor quando entrei.
Momento dupla: os humildes mostram suas garras, irmã que encanta jogando mundo contra mim, e irmão que lava com seu velho xingamento a meu pessoa.
Revelação: Chuva, Chuva, Chuva, muita chuva e revelação como não tivesse acontecido. Não problema, as revelações vão voltar acontecer, como sempre aconteciam, especialmente com a Ordem imperando. E que venha Mundo.

segunda-feira, julho 18, 2005

Mundo de Blumenau

A Casa e Mundo de Blumenau.

Tanta coisa para falar, tantas coisas vividas, tantos momentos marcantes. De uma coisa já tenho certo, não vou conseguir escrever tudo aqui, peço desculpas paras as pessoas do mundo que fizeram visita no casa, mas prometo relatar agora o máximo de fatos que eu lembrar.
A nova Casa boa, muito boa. Meu cantinho no parte de cima, volto a receber as pessoas a mesa. Momento do trabalho no vitrine, todo mundo antes de entrar nos vê. Canto da que Encanta mágico. Sala do momento final pequena, gente as vezes sentado no chão.
Primeiro dia (segunda-feira, dia 11): Não bom, eu apagado, eu opaco. Dificuldade de articulação somada a um mundo não muito simpático. Tinha apenas um senhor de olhos atentos e participativo, porque o resto era silêncio ou aversão. Teve um moço que falou que não tomaria meu chá porque eu estava suando dentro dele, grosseiro, tem outras formas de se falar isso, eu mesmo nem falei do brinco que ele usava no olho, deveria ter dito. Acho que não tenho tanto mais para falar desse dia.
Segundo dia (terça-feira, dia 12): Diferente, muito mais solto. Hoje aconteceu algo inusitado, quando voltei da visita do irmão, o mundo que a principio parecia bem receptivo animado, era o mundo de Brasília, com exceção de um senhor de barba que fazia questão de não olhar para mim, ficar sério e rir as escondidas. Enfim, quando volto, o mundo fez questão de bagunçar toda mesa, misturou as xícaras, amassou guardanapos. Eu fiquei sem reação, triste fiquei, não tive palavras, não tive vontade de continuar a fazer mais nada, mundo percebendo isso tratou de arrumar toda mesa, como forma de se desculpas, mas mesmo assim não consegui me animar. Como eu também poderia me animar com o momento final da Revelação?
Terceiro dia (quarta-feira, dia 13): Cantinho bom, tinha duas pessoas, um senhor de cabelos encaracolados e uma senhora, que disse ser sua irmã. Participativos, adoraram minhas histórias e sempre davam algum palpite. Tinha um moço que não falava nossa língua, foi difícil explicar as coisas para ele, tentei ao máximo, mas depois as próprias pessoas pediram para eu desistir.
Quarto dia (quinta-feira, dia 14): Hoje foi muito bom. Pessoas do meu cantinho foram as mais simpáticas. Tinha um casal, moça bonita e interessada nas coisas em que eu dizia, o namorado nem tanto, mas também era simpático. Tinha um moça de óculos, sentada na ponta da mesa, eu pude perceber que ela se emocionou comigo. Tinha uma mãe e sua filha, as duas muito queridas, tinha um moça de olhos verdes ao meu lado, muito interessada. Tinha um moço de óculos que não entendia nada, e olha que eu sempre voltava na explicação. Eu gostei muito de todos eles, porém, na visita do irmão, fui no cantinho daquele que estuda, falei o que eu tinha que dizer, porem como o irmão demorava, eu acabei ficando no quarto dele e fiz de tudo: cantei, dancei, dei bolachas, conversei. Isso porque também as pessoas do canto dele pediram, eu faço o que o mundo pede, adorei eles. Nas cenas de dupla, eu não perdoei, falei tudo que eu achava que tinha que falar. Ate que chega o momento da revelação: Amarelo, amarelo. Vermelho, vermelho. Eu podia ouvir. Mas no fim, o mundo bêbado daquela que encanta conseguiu mau encaminhar o ultimo e estragou a revelação. “Cadê o Amor?” Disse sabiamente a moça do meu mundo, mas ficou sem resposta.
Foi isso. A Ordem não imperou como deveria, mas no conjunto de tudo, isso pouco importa, o que mais importou foi a calorosa recepção e repercussão que Família 5PSA teve no mundo de Blumenau. Fica o desejo de volta. Obrigado a todos.